Verdes Vozes Modernistas

Joaquim Branco

Editora: Instituto Francisca de Souza Peixoto (Cataguases-MG)
Páginas: 84
Encadernação: Brochura
Estado do livro: Novo
Peso: 126g
Ano da edição: 2006
Idioma: Português
ISBN: 8588965070
Estante: Crítica Literária
Cadastrado em: 14/02/17
Descrição: Livro novo, sem uso, em formato de revista. Os grampos utilizados para encadernação estão oxidados, tanto na parte externa quanto na interna (no meio do livro); por outro lado, a ferrugem não atingiu nem a capa nem as páginas. Dimensões: 21 cm x 14 cm x 1 cm. Originalmente sem orelhas. Arte da capa e da quarta capa (inclusive a foto do autor) por Natália Tinoco. Estoque: um exemplar. // Sem dedicatórias, sem nomes manuscritos, sem riscos, sem sublinhados, sem carimbos, sem marcas de fita adesiva, sem furos, sem rasgos. // O envio será feito com seguro de remessa. // A obra traça um retrato de Cataguases-MG, na década de 1920, com destaque especial para a “Verde”, revista literária lançada naquela cidade, em 1927, e que existiu por seis números. Traz ainda a biografia e textos dos nove autores, então rapazes, que fizeram parte da publicação: Ascânio Lopes, Camilo Soares, Enrique de Resende, Fonte-Boa, Francisco Inácio Peixoto, Guilhermino César, Martins Mendes, Oswaldo Abritta e Rosário Fusco. Textos desses escritores são analisados criticamente por Joaquim Branco, que revela os motivos históricos e estéticos que levaram o periódico a ir além dos limites de sua cidade de origem. Sim, pois o grupo mineiro contou com o apoio e contato de alguns dos grandes nomes do Modernismo que então também se inaugurava no Brasil, como Mário e Oswald de Andrade, além do poeta Carlos Drummond de Andrade. E, como mostra Joaquim, a revista precisou enfrentar a resistência da “imprensa oficial” e da mentalidade conservadora do povo de sua própria cidade de origem. Portanto, o livro constitui um importante documento para melhor compreensão tanto da história do modernismo quanto da ideologia predominante numa significativa cidade do interior de Minas Gerais, que bem pode ser tomada como paradigma da mentalidade dos demais municípios do interior do Sudeste brasileiro e, até mesmo, de outras regiões do país, naquela época. (Ricardo Alfaya)

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